Informação In Focco

Setembro é mês de especiais

Agosto 31st, 2007

museu.jpg
Museu ao ar livre de Orleans. A foto é da Prefeitura Municipal.

O programa Educação e Cidadania tem novidades no mês de setembro. Depois de Laguna, em julho, e Indaial, em agosto, agora é a vez de conferir os projetos educacionais dos municípios de Orleans e Concórdia.

Em Orleans, o destaque é a Unibave, Centro Universitário da Fundação Barriga Verde que coordena, entre outros projetos, o único (e belíssimo) Museu ao Ar Livre da América Latina. Esse especial vai ao ar dia 01/09.

Já em Concórdia, a prefeitura desenvolve projetos sociais por meio da secretaria da educação, usando as escolas como espaços de outros aprendizados - música e xadrez (o municípios ganha todas no campeonato brasileiro) são alguns deles. Isso você pode conferir dia 8de setembro, sempre aos sábados, às 19h, na TVBV (Band/SC).

Robótica para crianças

Agosto 9th, 2007

Veja aqui matéria sobre robótica para estudantes de Florianópolis, exibida em 30 de junho no programa Educação e Cidadania da TVBV.

Estudantes negros têm mais chances de entrar na UFSC

Julho 25th, 2007

Imagem do site Plenarinho (www.plenarinho.gov.br)Crédito: site Plenarinho
Os estudantes negros, alunos de escolas públicas e indígenas passam a ter mais chances de entrar na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O Conselho Universitário aprovou este mês o Programa de Ações Afirmativas. O edital do Vestibular 2008, com publicação prevista para 31 de julho, irá consolidar a decisão. A UFSC integra o grupo composto por mais de 50 instituições públicas de ensino superior do país que instituíram sistema de cotas para ingresso no vestibular.

Na federal catarinense, as regras são: todos os candidatos farão a prova do vestibular. Os melhores colocados irão compor 70% das vagas para os cursos superiores da instituição. Os estudantes de escolas públicas que não conseguirem alcançar a média, concorrerão para 20% de vagas reservadas. Os estudantes negros de escolas públicas que não se classificarem nestes 20%, irão compor os 10% restantes. Caso esses 10% não sejam preenchidos por estudantes negros de escolas públicas, os candidatos negros de outras origens escolares irão completar essas vagas. Cinco vagas estão reservadas para estudantes indígenas.

Para concorrer ao quadro de 30% de vagas reservadas, os candidatos precisam fazer a opção na ficha de inscrição ao vestibular. Ou seja, só participam do programa os estudantes negros e de escolas públicas que realmente quiserem. Os dados informados na inscrição do vestibular serão checados por uma comissão da UFSC que confirmará as matrículas dos aprovados. Os estudantes de escola pública devem apresentar histórico escolar que confirme que estudaram na rede pública de ensino durante toda a vida escolar. No caso dos estudantes negros, o fenótipo será considerado.

O Programa de Ações Afirmativas da UFSC compreende, ainda, a preparação do acesso dos estudantes por meio da ampliação de vagas para o cursinho pré-vestibular da UFSC e o acompanhamento pedagógico dos estudantes aprovados para as vagas reservadas, para caso precisem de reforço acadêmico. Também consta no programa a ampliação de vagas nos cursos, oferta de bolsas de auxílio para os aprovados (no valor de R$ 300) e outras formas de amparo econômico, como moradia estudantil e vale-transporte.

Mais informações sobre esse tema - a polêmica, a opinião dos estudantes e dos professores da UFSC - você pode conferir no programa Educação e Cidadania deste sábado (28). Na TVBV (Band-SC), às 19 horas, no canal 9 da TV aberta ou canal 10 da NET.

Educação e Cidadania especial de Laguna

Julho 20th, 2007

anita.jpg

O programa Educação e Cidadania deste sábado será especial, com matérias e entrevistas direto de Laguna. A cidade do Sul de Santa Catarina, que fica a 118 quilômetros da capital, recebeu nossa equipe para gravação de reportagens sobre a história do município que foi sede da República Catarinense, em 1839.

Veja também entrevistas com os atores Rodrigo Faro e Joana Balaguer, que protagonizam o espetáculo “A República em Laguna”, encenado ao ar livre, ao lado da prefeitura municipal, nesta semana e na próxima (19 a 22/07 - 26 a 29/07). Confira os bastidores da peça e a história da heroína de dois mundos, Anita Garibaldi - a corajosa lagunense que abandonou o marido sapateiro para viver um romance com o guerrilheiro Guiseppe Garibaldi.

:: No Educação e Cidadania deste sábado, às 19:00h, na TVBV (Band-SC).

Árvore do Dinheiro é sucesso de público e de vendas

Julho 20th, 2007

dsc05246.JPG
Mais de 200 pessoas enfrentaram uma longa fila para receber a dedicatória do planejador financeiro Jurandir Sell Macedo Júnior, autor do livro “A Árvore do Dinheiro - Guia para cultivar a sua independência financeira”. A livraria Catarinense do shopping Beiramar permaneceu lotada durante a noite da última quinta-feira (19), no lançamento da publicação.

Read the rest of this entry »

Lançamento do livro “A Árvore do Dinheiro”

Julho 19th, 2007

É nesta quinta-feira (19/07) o lançamento do livro do planejador financeiro Jurandir Sell Macedo, nas livrarias Catarinense do Shopping Beiramar, às 19:00h.

A apresentadora Maria Odete Olsen entrevistou Jurandir Macedo no programa Educação e Cidadania do último sábado e incluiu um texto sobre o livro em seu site. Acesse e leia.

===========================================================

Saiu na coluna do Cacau Menezes desta quinta-feira (19):

Toques

DINHEIRO - Jurandir Macedo Jr., especialista em finanças comportamentais, lança hoje, no Beiramar Shopping, o livro A Árvore do Dinheiro. A obra questiona a idéia de que o consumo traz felicidade. Será às 19h.

A cura para o SindSaúde

Julho 15th, 2007

dsc05227.JPGEdileuza Fortuna

Desde a última sexta-feira (13/07), o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviços de Saúde Privado e Público de Santa Catarina (SindSaúde) está sob nova direção. A chapa da oposição foi escolhida nas últimas eleições, realizadas no primeiro semestre, e responde pelo sindicato até 2010.

A presidente é Edileuza Garcia Fortuna, a segunda mulher à frente da entidade desde sua fundação, em 1951. A primeira foi a fundadora do SindSaúde, a copeira do Hospital de Caridade Celsa Machado Lemfers. Edileuza assumiu os compromissos de integrar e ouvir a categoria nas decisões da direção do sindicato e de brigar pelos direitos dos trabalhadores da área.dsc05235.JPG
Pedro Paulo das Chagas e a nova diretoria do SindSaúde

Com um discurso inflamado, que conquistou a platéia, o vice-presidente do SindSaúde, Pedro Paulo das Chagas, defendeu que os trabalhadores da saúde devem atender os “patrões”. “Quando digo patrões, me refiro aos cidadãos catarinenses, que pagam seus impostos e merecem receber de todos nós um atendimento de qualidade. Vejo o governo do estado não como patrão, mas como um intermediário - e, ainda assim, um péssimo intermediário”, criticou.

Dinheiro traz felicidade?

Julho 8th, 2007

arvore_dinheiro.jpg
A edição deste domingo do Diário Catarinense traz uma entrevista com o Planejador Financeiro Jurandir Sell Macedo, que fala sobre o lançamento do livro “A Árvore do Dinheiro - Guia Para Cultivar a Sua Independência Financeira” e sobre a relação entre felicidade e riqueza, entre outros temas.

Gente
Dinheiro traz felicidade?
Entrevista: Jurandir Sell Macedo Júnior, professor da UFSC e doutor em finanças
 
 

Responsável pela inclusão da primeira disciplina de Finanças Pessoais em uma universidade brasileira, o professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Jurandir Sell Macedo Júnior pretende desvendar a velha máxima: dinheiro traz felicidade? Doutor em Finanças e mestre em Engenharia Econômica, ele é professor do Departamento de Contabilidade e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis, onde ministra a disciplina de Finanças Comportamentais. O investidor e gestor de carteira de ações garante que há dois problemas em não saber fazer poupança. Ou poupa de menos e envelhece pobre, ou poupa demais e não chega a envelhecer, correndo o risco de morrer antes de aproveitar. Na próxima semana, ele lança em Santa Catarina o livro A Árvore do Dinheiro - Guia para Cultivar a Sua Independência Financeira, no qual indica como investir e aproveitar os princípios da economia para aprender a ser feliz. Confira a seguir os principais trechos da entrevista concedida esta semana ao Diário Catarinense e descubra se dinheiro traz mesmo felicidade.

OBRA

- Estou lançando um livro que é da coleção Expomoney, uma feira que começou em São Paulo e vai para a quinta edição. A idéia da Expomoney é trazer a educação financeira para as pessoas, bancada pelas corretoras, bancos e empresas de capital aberto. Ela é inspirada num modelo norte-americano, a Money Show. No Brasil, em São Paulo, são quatro dias de feira. Mas também é realizada em oito cidades, onde fica dois dias. A última foi em Brasília. No ano que vem, queremos trazer para Florianópolis. O livro é resultado de muitos anos de estudos, embasados em pesquisas sérias. Porém, ele é apresentado em linguagem simples, fugindo da linguagem acadêmica, para ser mais acessível. Trata fundamentalmente de comportamento financeiro.

DINHEIRO

- É preciso entender a sociedade de consumo. Nós humanos buscamos a felicidade. E temos que entender que numa sociedade capitalista, a felicidade é material. Nós tentamos mostrar que isso é verdade até um determinado ponto. Quando se recebe até US$ 3,5 mil por ano esta correlação é muito grande. De US$ 3,5 mil a US$ 14 mil por ano, esta correlação ainda existe, mas já é mais fraca. Acima, disso ela deixa de existir. E US$ 14 mil por ano, significa rendimentos de pouco mais de R$ 2,3 mil por mês. A idéia é trabalhar com essa idéia de que dinheiro traz felicidade. A felicidade é resultante de três coisas distintas: prazer, engajamento e significado. Quando se trata de prazer, podemos dizer que dinheiro traz felicidade. Quando falamos de engajamento, que é aquela noção de amar, ser amado, de que a vida tem valor e o trabalho e a tua família fazem sentido, aí o dinheiro ajuda só um pouquinho. Embora muita gente ache que ter dinheiro vai fazer ser amado, isso não é verdade. Às vezes é preciso se sacrificar demais para conseguir objetos de consumo que não trazem a felicidade na exata proporção do sacrifício feito. Na idéia de significado, de transcendência, do que significa realmente a vida, o dinheiro não ajuda em nada. O que pode transcender a vida? Religião é a forma mais fácil de entender a transcendência. Mas para muita gente significa pela sua obra, pelos filhos, nesta idéia de não desaparecer simplesmente, de fazer sentido, de ter significado. O dinheiro ajuda no caminho da felicidade, mas se for demais ele perde o sentido.

STATUS

- Trabalhamos muito o conceito de status. O que é status? O desejo de ser valorizado, respeitado. Mostramos que é uma medida relativa. Ter ou não ter status, depende muito de com quem se quer comparar. Muitas vezes, a gente busca o status de forma lateral e não de forma vertical. Nos comparamos muito mais com os vizinhos, colegas, do que com o avô. Se eu disser para minha filha que ela deve ser feliz porque tem uma televisão colorida, ela não vai entender. Vai dizer que nem é de plasma. Enquanto para mim, quando ganhei a primeira televisão em preto e branco, foi uma felicidade. A mesma coisa quando compramos um carro, ele não vai nos fazer feliz porque o do vizinho é mais novo, mas se a gente comparar com o nosso primeiro carro, provavelmente ele é muito melhor. Mostramos que é preciso olhar mais para dentro, para entender aquilo que realmente traz felicidade. Questionamos um pouco esta coisa da busca pelo status. A maior parte das pessoas sabe o que lhe traz prazer, mas nem todos.

POUPANÇA

- As pessoas podem cometer dois erros ao poupar. É possível poupar pouco e ficar velho e pobre, mas também acontece de poupar muito e não ficar velho, morrer antes e não aproveitar nada. A poupança é a semente do futuro financeiro. Mas só uma semente não constrói uma árvore. É preciso jogá-la em solo fértil. Porque alguns orçamentos não funcionam o suficiente para que sobre alguma coisa para colocar em solo fértil? No caso de um casal, é preciso que cada um tenha lá sua mesadinha, além dos gastos comuns, para cada um fazer o que bem entender. Senão o casal vai ficar se boicotando e não sobra nada para poupar.

INVESTIMENTO

- Existem princípios básicos de investimento. Especulação não é fácil. Se ganha muito mais fazendo uma carteira diversificada de ativos do que especulando. O perfil do investidor precisa mudar. Principalmente quem ganha pouco dinheiro. Fundo é bom para quem tem muito. Títulos públicos e ações são alternativas melhores para quem tem pouco. Se o sujeito investir um pouquinho todo mês, tem mais chance de ganhar do que aquele que tenta especular para ganhar rápido. O capital de risco é de risco porque flutua. Existe uma regra que determina o quanto do dinheiro para poupar deve ser investido em renda variável. Pega-se o número 70 e diminui-se a idade. O resultado é o percentual adequado para investir em capital de risco.

ORÇAMENTO

- Para sobrar para investir é preciso ter um orçamento adequado. Na nossa sociedade, não ter tempo dá um tremendo charme hoje, porque criamos necessidades, idéias de que temos que ter tudo a nossa volta. E aí para correr atrás disso é preciso mesmo trabalhar muito. Mas para conquistar a independência financeira é preciso fazer sobrar. Para ter sucesso financeiro é preciso sobrar no orçamento para fazer poupança. No Brasil, de cada seis pessoas, quatro estão devendo, uma não deve nada, mas também não poupa, e apenas uma tem poupança. Há três formas de conseguir isso: a primeira é se pagar, recebe e tira 8% para investir no futuro. A segunda forma é ter um bom orçamento, fazendo sobrar no final, envolvendo mulher, marido e filhos, todos fazendo força no mesmo sentido. E a terceira é criar a falsa noção de escassez. É aquele sujeito que vive dizendo que tá quebrado, que a situação está dramática e tal. A família poupa, e até ele mesmo se convence de que está quebrado. Isso gera poupança, mas a vida que se leva não é nada agradável.

GESTÃO

- Mas poupar não tem nada a ver com ter uma gestão do orçamento familiar como a de uma empresa, por exemplo. Num negócio, para poupar, se corta o supérfluo. Na vida, o supérfluo é justamente o que dá sabor de viver. Pagar juro para banco não dá prazer em ninguém, beber um vinho sim. Na vida pessoal, não somos sempre racionais. As emoções é que valem e se sobrepõe ao racional. O sistema afetivo dos seres humanos interfere nas decisões. Existe uma diferença entre desejar e querer. O desejo é irracional e é ele que move muitas decisões das pessoas. Você passa no shopping e deseja alguma coisa, tem que comprar. Querer é uma coisa responsável, você vai avaliar se realmente precisa daquilo. O segredo não é evitar o desejo. Mas pensar de forma responsável. Há muito de psicologia na gestçao das finanças.

O fundamental para o ensino

Junho 26th, 2007

MEC/divulgação

Desde que foi aprovada a Resolução Federal n. 3, de maio de 2005, as escolas brasileiras preparam-se para ampliar o ensino fundamental, de oito para nove anos de duração. Na prática, o pré-escolar passa a ser obrigatório e contará como primeira série. Assim, o aluno passa a formar-se na nona série - ainda com 14 anos.

Santa Catarina foi um dos primeiros estados do país a implantar o novo sistema. As escolas estaduais começaram a receber as crianças de seis anos na primeira série neste ano letivo de 2007. Mas a confusão ainda é grande.

Na escola Edith Gama Ramos, bairro Capoeiras, Florianópolis, crianças de seis e de sete anos dividem a mesma sala de aula. Tem meninos e meninas que fizeram o pré-escolar ano passado e que já estão alfabetizados. Na fileira de carteiras ao lado, vários alunos que reconhecem apenas uma ou duas letras do alfabeto e não lêem nem o próprio nome. E já estamos no mês de junho, praticamente na metade do ano.

Os professores foram capacitados pela Secretaria da Educação, mas não está sendo nada fácil passar o mesmo conteúdo de formas diferentes para classes tão heterogêneas. Uma professora entrevistada para o programa Educação e Cidadania, mas que não quis gravar depoimento, relatou que as dificuldades são muitas. “Se eu pudesse acompanhar um por um seria mais fácil. Mas a turma é grande. A sala está cheia, e olha que hoje muitos faltaram”, disse.

De acordo com o diretor da secretaria de Educação, Silvestre Heerdt, a escola tem a autonomia para avaliar cada caso, adiantar alunos que já possam ir para a segunda série (que já saibam ler e escrever) e manter na primeira série aquelas crianças ainda muito despreparadas para seguir adiante.

A regra também se aplica para o caso de alunos que foram aprovados automaticamente da primeira para a segunda série no ano passado (por resolução do Conselho Estadual de Educação) e que agora não conseguem acompanhar a turma. Mas na prática não funciona assim. E, para complicar, são comuns as comparações entre as crianças, feitas pelos pais e por elas mesmas. “Fulano já sabe ler e escrever eu ainda não sei.”

O doutor em Educação Reinaldo Fleuri afirma que a mudança na legislação pode ser muito
benéfica para as escolas. “Como dizia Paulo Freire, ninguém aprende sozinho. A gente aprende com o outro. É com as diferenças que se aprende”, diz. No entanto, a aplicação desse conceito ainda depende de mudanças no modelo de escola que temos atualmente.

Vale a pena conhecer o PIBB

Junho 21st, 2007

dinheiro.gif

Ganhar bem mais (muito mais, mesmo) do que a poupança, quase sem correr riscos. Essa é a promessa do fundo de ações Papéis Índice Brasil Bovespa (PIBB), um fundo bastante diferente das opções mais comuns no mercado financeiro.

Para começar, mais parece que você está comprando uma ação. Ele está disponível para compra e venda na Bovespa com o código PIBB11 e você também pode operar usando o homebroker, da mesma forma como faz com a carteira de ações.

Mas não deixa de ser um fundo. É composto pelas 50 ações mais negociadas da Bolsa brasileira e indexado ao IBrX-50 (aquele índice irmão do Ibovespa). A melhor notícia? A taxa de administração: 0,059%. Nem de longe lembra os “assaltos” de 5% cobrados por aí. E essa belezinha já acumula rendimentos superiores a 190% desde sua criação.

Como o BNDES (gestor do PIBB) consegue cobrar tão pouco de um fundo que rende tanto? Só mesmo o planejador financeiro Jurandir Sell Macedo para responder… Se quiser tirar essa dúvida cruel, acesse o último texto do articulista do Banco do Brasil, publicado no site do banco esta semana.

A ilustração acima é do Blog Obvious.